Explore o acervo analítico do Probst Geopolítica organizado por Séries Editoriais (conjuntos sequenciais de matérias sobre uma mesma pauta), Eixos Temáticos, Regiões Geopolíticas ou pelo Índice Cronológico Completo.
1. Séries Editoriais & Conjuntos de Matérias
Pautas estruturadas em capítulos sequenciaisSÉRIE 01 — Sistemas Políticos, Liberdade e Destino Nacional
Análise histórica e empírica de nações e sociedades submetidas a sistemas políticos e econômicos opostos (democracia de mercado vs. controle estatal e concentração de poder), examinando indicadores econômicos, liberdades civis e os alertas institucionais para o Estado Democrático de Direito no Brasil.
2. Eixos Temáticos
Análises classificadas por área estratégicaSéries especiais, estudos de caso comparados e investigações de fôlego sobre sistemas políticos e econômicos.
- → China: da revolução que dizimou milhões à potência que transformou a economia mundial
- → Vietnã: quando o comunismo abriu a economia, mas não o poder
- → Nicarágua: da revolução que prometia liberdade ao poder concentrado nas mãos de uma família
- → Cuba: da promessa de igualdade ao impasse de um regime que não admite alternância
- → Venezuela: como uma democracia se transformou em um regime autoritário — e o que sua queda parcial pode ensinar ao Brasil
Tratados internacionais, arquitetura diplomática, organismos multilaterais e realinhamentos estratégicos.
- → China: da revolução que dizimou milhões à potência que transformou a economia mundial
- → Vietnã: quando o comunismo abriu a economia, mas não o poder
- → Nicarágua: da revolução que prometia liberdade ao poder concentrado nas mãos de uma família
- → Cuba: da promessa de igualdade ao impasse de um regime que não admite alternância
- → Venezuela: como uma democracia se transformou em um regime autoritário — e o que sua queda parcial pode ensinar ao Brasil
Comércio internacional, cadeias produtivas, produtividade, matrizes energéticas e sanções econômicas.
- → China: da revolução que dizimou milhões à potência que transformou a economia mundial
- → Vietnã: quando o comunismo abriu a economia, mas não o poder
- → Nicarágua: da revolução que prometia liberdade ao poder concentrado nas mãos de uma família
- → Cuba: da promessa de igualdade ao impasse de um regime que não admite alternância
- → Venezuela: como uma democracia se transformou em um regime autoritário — e o que sua queda parcial pode ensinar ao Brasil
Doutrinas militares, dissuasão estratégica, fronteiras, conflitos armados e segurança nacional.
Semicondutores, soberania digital, inteligência artificial, vigilância estatal e guerra híbrida.
3. Regiões do Mundo
Recorte geográfico das análisesInstituições, economia política, segurança jurídica e inserção estratégica do Brasil e da América Latina.
- → China: da revolução que dizimou milhões à potência que transformou a economia mundial
- → Vietnã: quando o comunismo abriu a economia, mas não o poder
- → Nicarágua: da revolução que prometia liberdade ao poder concentrado nas mãos de uma família
- → Cuba: da promessa de igualdade ao impasse de um regime que não admite alternância
- → Venezuela: como uma democracia se transformou em um regime autoritário — e o que sua queda parcial pode ensinar ao Brasil
União Europeia, Alemanha, Leste Europeu, espaço pós-soviético e segurança continental.
Península Coreana, China, Japão, Taiwan, ASEAN e a competição estratégica no Indo-Pacífico.
Geopolítica energética, conflitos regionais e equilíbrio de poder no Oriente Médio e Norte da África.
Rotas marítimas, recursos estratégicos, demografia e disputas de influência na África Subsaariana.
4. Índice Completo de Matérias Publicadas
Todas as análises ordenadas da mais recente para a mais antiga-
Série 01 • Artigo VII China: da revolução que dizimou milhões à potência que transformou a economia mundial
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Série 01 • Artigo VI Vietnã: quando o comunismo abriu a economia, mas não o poder
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Série 01 • Artigo IV Cuba: da promessa de igualdade ao impasse de um regime que não admite alternância
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Série 01 • Artigo I Duas Alemanhas, um mesmo povo e uma lição que o Brasil não deveria ignorar